Os marketplaces, espaços virtuais que oferecem ao cyber consumidor uma rica variedade de produtos, conquistaram escalas significativas. Esse shopping virtuais atingem, a cada dia, um volume expressivo de vendas nas principais plataformas do Brasil. Afinal, quem nunca acessou sites como Magazine Luiza, Ponto Frio, Mercado Livre, casas Bahia para pesquisar sobre o produto que se deseja comprar?

Almir Neves, Chief Marketing Officer da Ideris, empresa que desenvolveu uma solução visando proporcionar um gerenciamento de vendas eficaz, explica que essas plataformas atendem desde o segmento de aquarismo, luxo, consumos em geral e atendendo até mesmo quem fornece peças de avião. ” Todos os nichos podem operar no marketplace, sendo que há plataformas mais segmentadas, como por exemplo os esportivos, moda e móveis”, destaca.

Há vendedores que optam por ter as suas próprias lojas virtuais, mas Almir explica que neste caso, é preciso ter ferramentas e meios para começar o projeto desde o zero, além de gerenciar e estruturar o marketing para impulsionar as vendas. “Existem sites que disponibilizam plataformas prontas, mas que não dispensam o trabalho nos bastidores, enquanto o marketplace já traz todas essas questões resolvidas. Mas também é possível atuar nas duas frentes para maximizar o resultado. Essa é a proposta da Ideris, tanto em algumas ferramentas prontas de lojas virtuais, que já operam no mercado, como nos principais portais de venda”, aponta Almir.

Antes fechadas em seus próprios ambientes e endereços virtuais, agora quem lança um olhar ambicioso para essa solução são as grandes marcas. Além de se aproximarem do consumidor, uma vez que dispensam intermediários e grandes atacadistas para comercializarem seus produtos, conseguem atingir resultados mais expressivos contando com mais um canal de venda e distribuição. “O mercado de informática, linha branca e autopeça, assim como todos os demais, são afetados diretamente pela margem de lucro, incidindo diretamente na saúde financeira do business. Além de todos esses benefícios citados, trata-se de uma ótima oportunidade para se fortalecer frente ao seu público”.

Cada plataforma de marketplace tem seus requisitos de avaliação, mas no geral, o vendedor on line deve atender a alguns critérios como responder as perguntas enviadas pelos clientes, após a compra efetuada realizar a entrega rápida do produto, levando em consideração que algumas plataformas tem prazo de até 24 horas para despachar a compra, seja pelo correio ou transportadora. É preciso também estar ativo e atento quando houver alguma reclamação, realizar trocas quando há algum problema ou até mesmo a devolução do valor pago.

Quem deseja empreender, Almir aconselha a começar pelo ambiente virtual, que permite para quem está começando algumas reduções no valor a ser gasto. Um ponto comercial exige dispor mensalmente de uma quantia significativa de aluguel, uma equipe trabalhando e operando até dez horas dentro de um shopping, por exemplo, e por todos esses fatores o online pode ser uma ótima opção. “Mas é possível notar também que há uma migração do varejista que já tem uma rede de lojas e quer ter também uma operação on line, e a solução da Ideris é ótima porque ajuda a gerenciar essa cadeia de estoque, movimentação de produto, o que chamamos na indústria de ominichannel, cada vez mais é possível agregar o físico ao virtual o que proporciona um aumento significativo de venda com redução de custo”, ressalta Neves.

De acordo com o especialista, a melhor estratégia é começar com projetos pequenos no marketplace e com poucos produtos e nas principais opções disponíveis, como por exemplo, o Mercado Livre, que, segundo Almir, é uma ótima porta de entrada. ” Depois que o vendedor vivencia essa experiência, ele pode começar a operar. Noto que muitas vezes, as empresas maiores, querem criar plataformas gigantes que demandam investimentos muito altos e acabam se decepcionando, porque por mais que se efetue a venda há um ciclo de aprendizado que envolve também a conquista de clientes, ajuste de preço, e muitas vezes não há esse entendimento. O ideal é testar e ir aos poucos e conforme o negócio girar, reorganizar a logística interna aprendendo a lidar com estoque físico e virtual. Levar em consideração todos esses fatores facilmente se chegará ao sucesso da operação “, aconselha.

O item mais crucial de um e-commerce é o preço, e a indústria e o importador são beneficiados neste sentido, porque podem descartar os custos intermediários. Antes de precificar o produto, é preciso entender a regra de cada marketplace. A maioria cobra comissão sobre a venda, valor de frete e todos esses itens precisam esta na conta final do preço de venda. É preciso analisar se, em alguns casos, não vale a pena o vendedor absorver o preço de frete ou pagar a entrega através de uma empresa terceirizada. Outro ponto positivo, é que esses ambientes virtuais possuem tecnologia para inibir fraudes, tornando a operação mais segura.

Outro grande desafio é fazer com que o produto tenha destaque, que muitas vezes já ocorre com quem está presente em uma loja oficial. Por isso preço é algo muito importante porque pode posicionar dentro dos algoritmos, fazer uma boa classificação de categoria, ter um bom descritivo, imagens que reflitam o que é aquele produto. Algumas plataformas permitem divulgar vídeos, o que ajuda a sair na frente quando o consumidor está pesquisando sobre um determinado produto.

A Ideris hoje conta com milhares de usuários e tem em seu portfólio cases de empresas que hoje vendem sete vezes mais do que quando começaram as suas operações. “Oferecemos uma oportunidade de vender em vários marketplaces. O vendedor consegue gerenciar a venda, comunicação, faturamento, porque está tudo integrado e em um só lugar. Ter a disposição uma ferramenta de inteligência que permite trabalhar muita vezes de forma massiva, facilita toda a cadeia de estoque e movimentação de produto”, pontua.

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